Let's talk with // Maria, Dream Catchers


(fotografia para o projeto #somostodassupermulheres da Cristiana Lopes)

Conheci a Dream Catchers através da Inês 3d, que me explicou todo o conceito da marca e ideologias que a Maria defendia para chegar ao produto final.

Estava, na altura, de partida para a Índia e talvez por isso esta história tenha tido um impacto ainda maior em mim porque rapidamente me apaixonei pelo projeto.

A Maria é um doce de mulher e com um talento enorme. Sei que vão gostar da entrevista de hoje...

1. A Maria é... (aqui gostaria que falasses um bocadinho de ti, daquilo que te caracteriza); Mulher e [MP] Mãe, empreendedora, positiva com alguns medos, sonhadora e muitas vezes irreal.

2.Quando é que começa o teu dia?

[MP]Quando o meu filho diz: Já acordei! Posso ir para a cama da Mãe e do Pai?

3. Como e quando é que surgiu a ideia de criar a Dream Catchers?

[MP] Após palmilhar a India de lés a lés, naturalmente surgiu a ideia de montar um negócio que me permitisse viajar.

4. Fala-nos sobre esta marca, que é tão especial. Sei que tem uma vertente social, nomeadamente na Índia. Conta-nos mais sobre isso :)

[MP] A Dream Catchers sempre reconheceu o custo justo em todos os seus processos, desde a compra dos materiais e o entender do seu valor ao trabalho nas 3 pequenas fábricas com quem trabalha. É a nosso ver uma componente óbvia e não tanto social. Conhecemos as fábricas onde o nosso produto é feito, passamos horas a lidar com todas as pessoas envolvidas em toda a nossa produção, garantindo assim o melhor produto final e um conhecimento próximo de todos os que fazem parte da Dream Catchers e dos seus passos.

5.Acabei de regressar da India e sinto que é um país que nos torna pessoas diferentes. Pela sua cultura, pela sua vivência, pelos cheiros, pelas cores... sentes que tem o mesmo efeito em ti e, claro, na tua marca? De que forma?

[MP] A India é um país difícil de ser definido. Torna-nos diferentes porque em nada nos reconhecemos quando lá estamos, porque lá somos mais 1 e não 1 apenas, porque nos distanciamos de tudo aquilo que devemos ser, e somos aquilo que somos. Mais do que tudo a mim a India mostra-me sempre a diferenciar o essencial do resto.

6. Para trabalhar: sozinha ou acompanhada?

[MP] Sozinha ahahahah mas com ajudas.

7. Sendo freelancer (neste caso tendo o teu próprio negócio/marca), quais foram as tuas maiores dificuldades ou medos? E quais as maiores forças?

[MP] O maior medo é ter de deixar o meu projeto para trás, a maior dificuldade é ultrapassar a concorrência e ganhar compradores fieis, onde existe tanta escolha.

8. Pergunta difícil: consideras que ser mulher tem tido influência no teu percurso? Considerando que eras um homem, seria diferente? :)

[MP] Seria 10x mais fácil……...

9. Ainda falando sobre ter a nossa própria marca, o grande medo de muitas das pessoas é não conseguir clientes e, consequentemente, não tirar rendimento do seu trabalho. O que achas que foi fundamental para iniciares a tua jornada e para conseguires os teus primeiros clientes? Algumas dicas, para quem quer iniciar uma jornada destas?

[MP] Ouvir se sempre a si mesma 1.

10. Ter uma imagem forte e bem construída é fundamental, na tua opinião, para o sucesso do teu negócio?

[MP] É

11. O que é que a tua marca te trouxe de melhor?

[MP] Ajudou me a ultrapassar obstáculos e lidar melhor com o ganhar e perder.

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With love, JL

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